ALÍPIO DE MELO

1.ORIGEM:

Criado a partir do loteamento da antiga Fazenda São José, de propriedade do coronel Alípio de Melo, o nome do bairro homenageia a homônima família e também à tradição operária de seis cooperativas que, em 1976, em convênio firmado com o Banco Nacional da Habitação (BNH), construiram o Conjunto Habitacional Alípio de Melo.

Passado quase meio século, o bairro perdeu muito das suas características iniciais. As casas que tinham o mesmo padrão de casa popular se modificaram, fazendo com que toda a região recebesse investimento em termos de infra-estrutura e uma grande valorização.

2.DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA:

As ruas com nomes de profissões relembram a origem operária do Alípio de Melo e nos remetem à época da sua criação, época em que a Avenida Abílio Machado se chamava Estrada de Contagem.

Hoje, a Avenida se tornou um dos principais corredores de tráfego da capital, recebendo um fluxo diário de 27 mil veículos, nos dois sentidos. Além disso, abriga uma infinidade de pontos comerciais e de serviços. Ali estão concentrados 7 agências bancárias, casas lotéricas, agência de correio e outras tantas lojas de móveis, roupas, calçados e acabamentos.

Vizinho dos bairros Castelo, Serrano e Padre Eustáquio, o Alípio de Melo tem acessos facilitados pela Rua Padre Eustáquio, Avenida Pedro II e Anel Rodoviário.

De acordo com informações da Prefeitura de Belo Horizonte, as obras que vão interligar as avenidas Pedro II, Tancredo Neves e João XXIII foram iniciadas em 2003 e têm previsão de término em 2008. O trabalho inclui a remoção de cerca de 2,4 mil famílias, sendo que a primeira fase do projeto, consumiu cerca de 11 milhões de reais.

Em maio de 2004, foi iniciada a segunda fase, orçada em 4,6 milhões de reais. Essa etapa compreende a canalização dos córregos São José e Davi Rabelo, a implantação asfáltica das avenidas João XXIII e Pedro II e a conclusão da implantação da Rua Davi Rabelo.

Ainda segundo a prefeitura, os primeiros estudos para extensão da Avenida Pedro II foram iniciados no final da década de 70, mas só em 1998 foi realizado um levantamento sócio–econômico dos moradores, permitindo assim a elaboração mais detalhada do projeto de prolongamento da avenida.

Quando estiver concluído, a extensão criará novas vias de acesso às regiões Noroeste, Pampulha, Venda Nova e Norte. A intervenção vai beneficiar também o entorno de bairros como Castelo, Serrano, Saramenha, Santa Terezinha, Paquetá, Conjunto Celso Machado e parte de Contagem.


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