Boas noticias -Preço de cimento cai na Grande BH

 

Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

17 de setembro de 2010 – O Procon Assembleia-MG constatou que seis dos 11 tipos de cimento pesquisados apresentaram redução em seu preço médio, com variação de até –2,12%, e cinco apresentaram aumento em seu preço médio, com variação de até 3,81%, no comparativo entre julho e agosto.

De acordo com a pesquisa mensal, os preços médios nos 53 estabelecimentos pesquisados nas regiões de Belo Horizonte e Grande BH apresentaram redução de –0,35%.

Produtos que tiveram maior aumento de preço:

Aumento
Holcin CPII 32: 3,81%
Tupi CPII 32: 1,34%
Campeão CPIII 32: 0,50%

Produtos que tiveram maior redução de preço:

Redução:
Cauê CPIII 32: -2,12%
Liz CPIII 32: -1,66%
Liz CPII 32: -0,91%

No comparativo dos últimos três meses, as marcas de cimento sofreram variações em seus preços médios, sendo que as marcas que tiveram maior redução foram: Campeão CPIII40 (-1,90%), Tupi CPII 32(-1,89%) e Liz CPIII 32(-1,69%). As marcas que tiveram o maior aumento foram: Campeão CPII 32 (3,15%), Cauê CPIII 32 (1,25%) e Campeão CPIII 32 (0,97%).

Saiba mais sobre o Cimento:
O cimento pode ser definido como um pó fino, com propriedades aglomerantes, aglutinantes ou ligantes, que endurece sob a ação da água. Na forma de concreto, torna-se uma pedra artificial, que ganha forma e volume de acordo com as necessidades de cada obra.

Existem diferentes tipos de cimento, que são normalizados pela sigla e classe de resistência. Segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), todos servem para qualquer obra (exceção para o de poços petrolíferos) – as diferenças na composição os tornam mais indicados a determinados empregos.

De forma geral, os mais utilizados em obras comuns são o CP II, o CP III e o CP IV. Todos, porém, apresentam diferentes classes (25, 32 e 40), que estão associadas à resistência à compressão.

Cimento Portland Composto (CP II): aplicado em todas as fases da construção, disponível com três diferentes adições. O CP II – Z, com material pozolânico, serve para fossas sépticas, por exemplo. O CP II – E vem com escória de alto forno, ideal para estruturas que possam ser atacadas por sulfatos. O CP II – F leva material carbonático, ótimo para pisos e tijolos de solo-cimento.

Cimento Portland de Alto-Forno (CP III): feito de escória da indústria do aço, é menos poroso e mais durável. Pode ficar exposto a esgoto e chuva ácida. Usado nas fundações.

Cimento Portland Pozolânico (CP IV): acrescido de pozolanas, é pouco poroso. Resistente à água do mar e aos esgotos. A cura mais lenta o torna adequado a grandes volumes de concreto.

Como comprar e armazenar?
• A ABCP concede selos aos cimentos conformes com as normas de qualidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Testamos os produtos antes que recebam o selo na embalagem”, conta Arnaldo Battagin, geólogo da ABCP. Há 107 produtos aprovados.
• A durabilidade do cimento é de três meses; assim, evite comprá-lo muito antes do uso.
• O cimento pode empedrar com a umidade. “A embalagem não é impermeável. Guarde-a em local fechado, seco e coberto”, afirma Arnaldo. Para conservar, coloque-a num saco plástico bem fechado e empilhe no máximo dez pacotes sobre tablado de madeira afastado 30 cm do piso e das paredes.
• Quando o empedramento é superficial, afofe a embalagem. “Como esse estado indica que o cimento sofreu reação com a umidade, não pode ser usado para fins estruturais”, diz o geólogo.

(Fonte: Revista Arquitetura e Construção)


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